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Re: Nippur: A Segunda Cidade dos Deuses.

em Sex Jun 08, 2018 1:05 pm
A escuridão abafara até mesmo os gritos de pavor. Se aquele vilarejo havia visto em algum momento tamanha violência e desafio ao poder dos seus senhores, certamente se tornaria uma pálida memória diante da convicção e da força daqueles que vinham de Nippur. A guarda que protegia a entrada do templo não foi páreo para Sarosh, que lançava no ar os mortais como se fossem bonecas de tecido. O Príncipe da Escuridão sentia, dentro de si, o poder do Abismo e isso o vinculava de maneira profunda ao seu Senhor, aquele que personificava a própria Escuridão. De fato, era como se Laza ali estivesse, guiando a mão obscura de Sarosh, seus tentáculos. É como se sua armadura fosse o corpo de seu Pai, que o protegia dos ataques dos inimigos.

Medon e Mi-ka-il se ocuparam da guarda que, ocasionalmente, surgia de outras partes da cidade. Realizavam um círculo de proteção ao redor de Sarosh enquanto este limpava a entrada das grutas subterrâneas. Moviam-se habilmente, com Medon retalhando os inimigos com a sua lâmina, enquanto Mi-Ka-Il se movia numa velocidade que Sarosh não pensava ser possível mover-se. Sarosh percebeu que Tammuz se esgueirava até a entrada das cavernas, até o momento em que simplesmente desapareceu. Foi a voz de Nakurtum, que ecoou nas mentes dos três cainitas, que explicou o que ocorreu.

- Eu e Tammuz entramos. Vocês nos seguem. Minha intuição diz que o nosso traidor está escondido aqui embaixo. Sinto o cheiro de Nippur nestas catacumbas.

Os mortais não eram nenhum desafio para Sarosh, Medon e Mi-Ka-Il. Talvez o inimigo soubesse disso. Talvez aquele lugar fosse demasiado importante para ser deixado desprotegido. Fato é que, das vielas que davam acesso ao túnel, cerca de oito homens se apresentaram. Eram todos iguais em altura e aparência. Usavam longas túnicas púrpuras com bordados avermelhados que se prolongavam, cobrindo suas cabeças até os tornozelos. A face era branco giz, alongada, estranha. Os olhos eram de um negro tão profundo quanto a Escuridão comandada por Sarosh. Se aproximaram de Mi-Ka-Il e Medon, que cobriam o perímetro. Lentamente. Atrás deles, mais membros da guarda do vilarejo, com suas máscaras de animais, surgiam, urrando e avançando desejosos pelo sangue do inimigo.


Mas não era tudo. Enquanto a guarda se aproximava de Medon e Mi-Ka-Il, e considerando que a passagem estava aberta, os nove tentáculos convocados por Sarosh passaram a atacar os inimigos. Medon e Mi-Ka-Il pareciam se concentrar nos homens de face de giz, conscientes de que eles ofereciam maior perigo. Mas havia algo além disso. Os tentáculos de Sarosh pareciam obedecer alguma outra força.

Não teve tempo, porém, de pensar.

A entrada dos túneis implodiu, lançando terra e areia por todos os lados. Àquela altura, nenhum mortal transitava na região, haviam escapado em pânico. Sarosh ouvia o som do combate entre seus primos e os estranhos homens, assim como sabia que seus tentáculos o protegiam da aproximação da guarda. Mas o que viu à sua frente o impactou. Nestes séculos, havia testemunhado muitas mistérios e visto coisas que não deveriam existir. Mas nada o havia preparado para o ser que se erguia das catacumbas.

Era uma criatura quadrúpede, o corpo largo e musculoso, que beirava os três metros de altura, apoiando-se sobre duas patas traseiras que lembravam mãos e duas dianteiras, formadas por corpos que pareciam grunhir e odiar tudo à sua volta. Uma outra cabeça se equilibrava no alto do corpo, dela prolongando-se uma boca imensa, disforme, que dava passagem a uma espécie de músculo que se prolongava tendo, ao seu final, um outro corpo invertido que urrava em agonia. O ventre deste se dividia, tornando-se mandíbulas inferiores e superiores. A coisa fedia, fedia como se dezenas de corpos em putrefação acompanhassem sua passagem. De sua boca - ou de todas as suas bocas - escorria uma secreção escura e purulenta. A coisa avançou, lentamente, com os olhos que não existiam fixos em Sarosh. Atrás dela, o Príncipe do Abismo pode divisar um outro cainita. Era alto e pálido, com cabelos escuros compridos e sujos, uma face esquelética e olhos totalmente brancos. Estava nu, e no seu peito havia um pentagrama desenhado em sangue. Sarosh sabia que estava cercado, Medon e Mi-Ka-Il não poderiam ajudá-lo, estando ocupados com os homens cor de giz. Tampouco poderiam seus tentáculos, que se ocupavam de impedir que ele fosse atingido pelas lâminas da guarda.


O Guerreiro preparou-se para atacar e defender-se. Então, subitamente, sentiu que não estava mais sozinho.

Ao seu lado, as sombras se condensaram. O vilarejo inteiro viu suas tochas serem apagadas. As estrelas desapareceram e a lua minguante deixou um vazio no céu. Não parecia existir luz e parecia que jamais existiria novamente, o mundo havia sido devolvido ao Nada primordial. As sombras condensadas, que giravam rapidamente ao redor de si mesmas, se dilataram. Deixaram a posição horizontal e se levantaram, formando uma espécie de portal. E então, o vento.

Era um vórtice que parecia sugar tudo ao seu redor. Em pouco tempo, porém, Sarosh percebeu que estava direcionado à monstruosidade e àquele que a comandava. Pouco puderam fazer diante de tal poder, foram sugados, apesar da resistência que tentavam impor ao fenômeno. Desapareceram na escuridão, mas Sarosh sabia que tinham sido transportados, e não destruídos. O vórtice, então, deixou de ser um vórtice. Tornou-se uma figura humanoide que, lentamente, deixou de ser escuridão para assumir a forma de Laza Omri Baras, Rei da Escuridão e Senhor de Daharius Sarosh. Laza olhou para seu filho, seu olhar era urgente.

- Certas coisas não pertencem a este mundo. Nem ao nosso. Desequilibram o Todo. É necessário destruí-la e não posso fazê-lo sem você.

Laza não esperou resposta. Sarosh sentiu o corpo afundar no Abismo, as ondas de Escuridão transportando-o para outro lugar. Restou-lhe torcer para que seus aliados fossem bem sucedidos, ainda que em sua ausência.
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Re: Nippur: A Segunda Cidade dos Deuses.

em Sab Jun 09, 2018 1:26 pm
* O Arauto avançou destroçando os inimigos, cercado por seus aliados igualmente hábeis em combate. Medon e sua lâmina inspiradora e Mi-ka-Il com sua velocidade tão terrível quanto impressionante. Venceriam, avançariam até que todos os inimigos caíssem.

O terror representado pela figura sombria de Daharius Sarosh não encontrava rivais à altura. Não até que aquela coisa implodisse a terra e se mostrasse no campo de batalha.

Sarosh fincou os pés envoltos em trevas no chão e segurou firme a espada óssea em sua mão direita.  Não avançou, pois a surpresa e a visão eram em demasiado impactantes. O Guerreiro não sentia medo há tanto tempo que sequer lembrava-se como era. Sentiu seu corpo vibrar, seus músculos se tornarem mais definidos e tensos. Em seus olhos negros e profundos o inimigo ganhava uma forma que o fez enxergar algo que, assim como o medo, não sentia há mais séculos do que poderia lembrar.

Um desafio à altura.

Por baixo do elmo sombrio, sorriu. Não somente pela sensação do combate duro que viria e pela emoção que lhe causava, mas porque notou toda e qualquer luz se extinguir e o próprio Abismo caminhar por aquelas terras. Não precisou ver o início ou o fim do vórtice. Não era necessário. Quando a noite tornou-se mais escura, Sarosh sabia que ele estava presente. O Rei das Trevas assumia uma posição no campo da Guerra, diretamente.

Naquele momento, por puro e simples egoísmo, Sarosh desejou que a guerra contra os infernalistas fosse exatamente igual às suas existências amaldiçoadas: Eterna. Não se importaria em levantar-se todas as noites para empunhar sua espada e ter a honra de lutar ao lado de seu Pai, destruindo toda a mácula e podridão que inimigo carrega, por toda a eternidade.

As palavras de seu Senhor ecoaram urgentes e, da mesma forma, Daharius fez sua voz ecoar nas mentes de seus aliados enquanto seus pés começavam a afundar na escuridão*


- Destruam os inimigos que os atacam neste local e agrupem-se. Aguardem-me antes de avançar. O Traidor e os demais inimigos estarão preparados e precisaremos estar juntos.

- Meu Pai, o Rei da Escuridão, lutará a meu lado contra a aberração monstruosa que impede nosso avanço. Confio em vossas habilidades inteiramente, meus aliados e primos, mantenham a posição até o meu retorno.


* Deixou-se ser engolido pelas trevas que mesclavam-se à sua armadura sombria e mergulhavam para dentro de seus olhos negros. A seu Pai, nada disse. Ali não caberiam palavras, somente ações do Filho de Laza Omri Baras.*
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Re: Nippur: A Segunda Cidade dos Deuses.

em Dom Jun 10, 2018 6:44 am
Afundou velozmente, deixando para trás seus aliados. Diante de suas últimas recomendações, foi Medon a dar uma resposta.

- Prossiga, Daharius. Esperaremos o teu retorno e o teu triunfo.

O Filho de Ventrue estava coberto de Sangue, a espada movimentando-se com velocidade e elegância. Mi-Ka-Il, cercado por mortais e cultistas agressivos, os derrubava um a um, ainda que seu corpo imaculado já contasse com alguns ferimentos. Sarosh ainda pode ver, antes de deixar o Mundo Físico, a aproximação de Veddartha, o mais velho dos Filhos de Ventrue, que se aproximava montado em um imenso alazão, pronto para cobrir sua ausência e equilibrar a balança da batalha.

Depois, Escuridão.

Não parecia uma viagem qualquer dentro do Abismo. Sarosh sabia que havia atingido camadas muito mais profundas. Pressentia que, graças à vontade de Laza, seus tentáculos tinham permanecido no Mundo Físico, auxiliando seus companheiros. Pressentia também a presença das consciências que habitavam aquele local. Variavam do agressivo ao idólatra, nenhuma ousando se aproximar. Sarosh sentiu que aqueles seres tinham um pavor imenso de Laza, assim como uma inveja e uma adoração que beirava a insanidade. O Abismo tinha, sobretudo, curiosidade sobre o Rei das Sombras e seus Príncipes.

Laza conduzia Sarosh sem tocá-lo. O Príncipe sabia que o inimigo viajava velozmente à frente deles, praguejando e blasfemando diante da perda de controle de seu destino. O Rei da Escuridão abria o Abismo usando somente o pensamento, sua forma pálida e mortal sem se confundir, nem mesmo por um segundo, com a substância que os envolvia. Sarosh percebeu que seu pai tinha os longos cabelos trançados, um penteado usado somente quando Laza assumia sua postura de guerreiro. Em determinado momento, abriu os braços enquanto mergulhava, e Sarosh sentiu a presença de ar.

Aterrissaram.

O local era branco, coberto de neve. Árvores mortas jaziam ao redor de uma imensa clareira enegrecida. A luz minguante estava novamente no céu, acompanhada de uma infinitude de estrelas brilhantes. Ali fazia frio. Nada que incomodasse Sarosh, mas ele sabia que estava muito, muito distante de sua terra natal. Parecia que a noite havia apenas começado ali, de forma que pai e filho teriam tempo para dar conta de seus inimigos.

Diante deles, a besta e o homem nu se recuperavam do trauma imposto pela longa travessia. Pareciam confusos e desorientados, mas se recuperavam rápido. Aquele era o momento, portanto, de atacar com o máximo de força possível e o alvo de Sarosh foi definido por seu Pai.

- Destrua o cainita.
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Re: Nippur: A Segunda Cidade dos Deuses.

em Dom Jun 10, 2018 8:25 am
O mergulho no Abismo era mais profundo e longo que o usual e as consciências sombrias que nele habitam mantinham-se curiosos e, ao mesmo tempo, amedrontados pela passagem do Rei das Trevas.

Admirou-se. Seu pai era o ápice das habilidades possíveis de sua família. Era um artesão das sombras, um moldador das trevas capaz de tornar o abismo em sua argila e esculpí-la, úmida e inconstante, da forma que melhor lhe convir. Mas esta não foi a única razão para admirá-lo naquele momento.

Havia uma trégua imposta, algo que parecia impedir que os Baali e os antigos se enfrentassem abertamente. Ainda sim, lá estava Laza Omri Baras, intervindo e trazendo sua força ao campo de batalha. Daharius o admirou, embora soubesse que além de poderoso e firme, Laza é sábio. Não atacaria se isso desencadeasse sobre ele e sobre os seus a fúria da feitiçaria imposta pela trégua. Havia algo a mais e o Rei da Noite sabia. Afinal, ele sempre sabe, pois as sombras que habitam o todo sussurram à seu ouvido.

Surgiram em um ambiente branco, frio, coberto por uma estranha areia alva. Daharius jamais tinha visto a neve. Por uma fração ínfima de tempo, permitiu-se admirar-se também daquele local. Embora as árvores estivesse mortas e ressequidas - talvez pelo ar gélido que lhe trespassava - o local era belíssimo em sua brancura jamais alcançada pelos olhos negros de Sarosh. Seu olhar circulou aquele que seria o campo de batalha até repousar sobre o cainita, igualmente branco, com um estranho símbolo entalhado em seu peito.

As palavras de seu pai o destinaram ao seu oponente. O Príncipe das Trevas apenas assentiu e caminhou, a passos firmes e decididos, aproximando-se do seu rival.

O Místico do Abismo sabia, embora pouco, sobre as habilidades dos filhos de Baal. Por isso, sua armadura de placas negras reflexivas como um cristal de ébano lhe cobria o corpo, revestida por uma fina e translúcida camada de sombras que garantiria uma maior proteção contra o pior de seus efeitos: o fogo.

O Elmo tornou-se mais claro, de um sombrio transparente, enquanto seus longos cabelos negros esvoaçavam junto as trevas de sua armadura. Em sua mão direita a espada óssea curva vibrava sedenta pelo sangue do inimigo. Trouxe o alcance de sua lâmina à mão esquerda e deslizou um de seus longos e sombrios dedos sobre aquele fio afiado. Conforme sua mão avançava, trevas arrastavam-se do solo e de seus próprios olhos e cobriam a lâmina de forma translúcida e ondulante, como uma chama negra a flamejar na espada.

Ao mesmo passo, seu sangue percorreu suas já mortas veias com mais intensidade, tornando-o mais veloz e resistente. Ainda sentia sua força elevada pela ação anterior, então poupou suas reservas. A noite sangrenta estava apenas começando.

Estava pronto. O confronto teria início.

Iniciativa, Sangue e Disciplinas:


Para iniciativa, Sarosh tem Destreza 6 + Raciocínio 4 + 1 Especialização Ação rápida + Rapidez 3 + MI determinado pelo narrador.

Sarosh gasta 2 pts de sangue para ativar sua fortitude 4 e 2 pts para ativar sua rapidez 3

ARSENAL DO ABISMO

Uma das poucas artes criadas pelos Místicos do Abismo e difundida entre os Magistrados, Arsenal do Abismo permite ao vampiro confeccionar armaduras e armas das sombras. Os itens invocados emergem de sombras fantasmagóricas por cada poro e tomam a forma desejada.

Sistema: o jogador gasta um ponto de sangue e testa Manipulação + Ofícios (dificuldade 6), personagem sem especializações apropriadas em Ofícios para fabricar armas (forjar, arsenal, carpintaria, etc) testam somente sua Manipulação. Os itens demoram um turno inteiro de concentração para tomar forma e solidificarem-se. Se o vampiro for perturbado durante este período, seu jogador reflexivamente faz o mesmo teste com dificuldade 6. Qualquer falha ou falha crítica interrompe o processo e dissipa a sombra semi-solidificada. Uma perturbação pode ser contato físico violento, barulhos altos repentinos ou estímulos semelhantes. No final do turno a arma ou armadura solidifica-se completamente. Armas aparecem sendo seguradas por seu dono enquanto armaduras formam-se ao redor de seu criador. As armas podem assumir qualquer forma e não podem adicionar mais dados no dano que o nível de Tenebrosidade de quem as conjurou. Armaduras de sombra adicionam o nível de Tenebrosidade do conjurador a sua parada de dados de absorção, mas não o protege da luz solar ou do fogo. Objetos criados com este poder duram até o final da cena ou por uma hora, o que durar mais. Personagens que aprendam a versão apenas com Fortitude só podem forjar armaduras, enquanto aqueles que aprenderam apenas com Potência fabricam somente armas. Vampiros com Fortitude 3, Potência 3 e Tenebrosidade 3 podem aprender uma versão que garante ataque e defesa.


Sarosh usa o arsenal do abismo para revestir a lâmina óssea com as trevas, adicionando assim seu nível de tenebrosidade ao dano final. Daharius tem Manipulação 6 + 1 especialização abismo + ofícios 3 + MI determinada pelo narrador para a ativação do poder de misticismo.
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Re: Nippur: A Segunda Cidade dos Deuses.

em Sab Jun 16, 2018 7:14 am
Não demorou muito até que a clareira se tornasse um campo de batalha. Sarosh não sabia onde se encontrava, mas sabia que jamais havia estado ali. Era o que lhe dizia a posição das poucas estrelas que podiam ser vistas no céu escuro. E foi deste mesmo céu que uma torrente de escuridão se manifestou no momento em que Laza, punhos cerrados e mandíbula retesada avançou em direção à abominação convocada pelo inimigo. A torrente se precipitou sobre a terra, nas forma de um pequeno turbilhão, abraçando o solo enegrecido. Dela, surgiram sombras longas e alienígenas, mas que faziam Sarosh recordar-se vagamente das formas de seu Senhor. Elas também se precipitaram em direção à criatura, mas Sarosh não teve tempo de observar seu Senhor em ação. O inimigo parecia se preparar para enfrentá-lo, avançando em sua direção resolutamente.

Teste de Iniciativa :
Sarosh tem um MI de 3, portando a uma Iniciativa de 17. O Baali dispõe de uma Destreza 7 e Raciocínio 5, além de um MI de 2, totalizando 14. Sarosh é o primeiro a agir. Não encontra dificuldades em invocar o Arsenal do Abismo: estava ao lado da Escuridão primordial. Estava ao lado de Laza Omri Baras.
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Re: Nippur: A Segunda Cidade dos Deuses.

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