Compartilhe
Ir em baixo
avatar
Mensagens : 381
Data de inscrição : 07/03/2018
Ver perfil do usuário

Os Membros de Paris

em Qua Mar 14, 2018 12:01 pm



Sua Majestade François Villon, Príncipe de Paris e Soberano das Cortes do Amor, Progênie de Helena, Progênie de [Toreador].

O cainita mais importante de Paris responde pelo nome de François Villon. Monarca de Paris desde meados do século XVI, sua autoridade é incontestável e sua dedicação ao bem estar de sua cidade é um modelo no qual se inspiram os Príncipes da Camarilla. Sob seu comando, Paris se tornou o centro do mundo contemporâneo, uma metrópole brilhante e cheia de cultura, que congrega poetas, atores, músicos e investidores. Assim como Villon é um modelo para os Príncipes, Paris é a cidade exemplo para todas as outras, a mãe de todos os aglomerados urbanos.

Os resultados do eficiente governo de Villon colabora com a manutenção da harmonia na corte parisiense. Ainda que favoreça abertamente os Toreador, colocando-os em posições de destaque na capital e no interior, François não é estúpido, levando em consideração as aspirações dos outros Clãs. Governa com o auxílio de um forte Conselho de Primogenitura, onde todos os clãs da Camarilla, exceto o seu, estão representados. François Villon é de temperamento agradável, preferindo obter o que deseja através da persuasão e troca de favores. Raramente sua autoridade é desafiada e quando acontece, o processo de limpeza do elemento incômodo é rápido e eficiente. A maior parte dos seus súditos parece estar satisfeita com as medidas tomadas por Sua Majestade e enquanto nenhuma oposição real acontece Villon - e os Toreador - continuam a ser os líderes incontestáveis de Paris e da França.





Marco Labianus, Primogênito Ventrue, Progênie de Camilla, Progênie de Collat, Progênie de [Ventrue]

Labianus é, provavelmente, o cainita mais velho em atividade em Paris. Conta-se que o Ventrue foi um general romano de origem galesa, subordinado a Júlio César e responsável por grandes vitórias militares na Gália antes de ser Abraçado pelo então Imperador Cainita Titus Venturus Camillus. Durante as guerras contra os germânicos que assinalaram a derrocada do Império Ocidental, Labianus foi derrotado e forçado a entrar em Torpor, no qual permaneceu por mais de um milênio. Seu despertar e a consequente descoberta de que sua terra natal era regida pelos Toreador o impeliu a fomentar as guerras religiosas que rasgaram o país no decorrer dos séculos XV e XVI.

No século XIX, após uma série de negociações, Labianus assumiu o posto de primogênito do Clã Ventrue. Aos Sangue-Azuis foi concedida uma série de domínios e regiões administrativas, muito para desgosto de Villon. De fato, a única força capaz de se opor ao Príncipe são os Ventrue, extremamente organizados sob a batuta de Marco Labianus. Aparentemente, no entanto, o velho vampiro parece não ter mais interesse em reger a cidade, limitando-se a concentrar-se em seus negócios pessoais e no desenvolvimento industrial do país, assim como reger os Ventrue mais jovens e alocá-los em postos onde suas habilidades possam ser úteis.





Abelard, Regente Tremere de Montmartre e Primogênito Tremere.

As relações entre os Tremere e François Villon é, para dizer o mínimo, problemática. Os Toreador se recordam dos anos em que Goratrix primeiro e LeDuc, posteriormente, eram os responsáveis dos Feiticeiros na França. Naquele período, os conflitos entre as facções internas dos Tremere causaram inúmeras perdas - materiais e no número de mortos vivos - em Paris. Como resultado, o Édito de 1702 estabeleceu condições muito específicas para o acolhimento de Feiticeiros em Paris, dentre estas a impossibilidade de gerar progênie e o impedimento de entrada de Tremere sem a explícita anuência do Príncipe.

É nesse contexto que opera Abelard. Como responsável pela única capela Tremere em Paris, sua ações visam principalmente a derrubada do Édito de Villon. Para isso, os Tremere contribuem ativamente com o Principado, protegendo taumaturgicamente as fronteiras do país, o que já impediu a entrada de mais de um bando Sabá mal intencionado. Abelard é recluso e taciturno, com pouca paciência para os cainitas mais jovens e menos capazes. Sua atuação no Conselho de Primógenos, ainda que o coloque próximo ao centro de decisões, é limitada, dada a particular situação de seu Clã.





Lady D'Arbanville, Anciã Gangrel.

Paris conta com poucos membros do Clã Gangrel. Enquanto os mais jovens ocupam os bosques e florestas nos arredores da cidade, Lady D'Arbanville, anciã do Clã, faz seu refúgio e, Vaux le Vicomte, um castelo nos arredores da cidade, supostamente herdado de seus ancestrais mortais. D'Arbanville não participa das atividades da corte de Paris e suas razões são conhecidas por todos: o ódio aos Tremere e aos Toreador.

Lady D'Arbanville, sobretudo, se lembra. Como uma cainita Abraçada no início do século XV, recorda-se da Paris anterior à Villon e aos Toreador. D'Arbanville fala pouco sobre esse tema, normalmente discutindo-o somente com cainitas tão velhos quanto ela, que se recordam do reinado de Alexandre e Saviarre. A Gangrel acompanhou os eventos da Revolta Anarquista e sobreviveu a eles, e os segredos que adquiriu à época são, provavelmente, a única razão pela qual François Villon suporta a sua permanência na cidade.





Sarisa Ronan, Primogênita Malkaviana.

As razões pelas quais François Villon alocou uma cainita de pouco mais de um século de idade em seu Conselho de Primogenitura são conhecidas por todos: Sarisa é capaz de prever - ou sofrer previsões, como preferem algumas testemunhas oculares - acontecimentos antes que eles se tornem reais. Suas habilidades são extremamente úteis no conjunto de ações defensivas utilizadas por Villon para proteger Paris.

A realidade, segundo alguns cainitas, é muito mais macabra. Sarisa tem, sim, visões, mas elas são absurdamente incapacitantes para a sua já frágil constituição. A cainita sofre alucinações intensas, sangramentos e lapsos de personalidade. Mais de uma vez as forças leais ao Príncipe Villon foram mobilizadas para resgatá-la ou impedi-la, dado que sua consciência parece se perder durante esses episódios. Sarisa não é dada a violência gratuita e traços psicóticos como alguns Malkavianos e, de fato, é dona de uma personalidade gentil e curiosa. Suas habilidades, contudo, a tornam uma peça essencial no xadrez de Paris, e possibilitam a Villon estar sempre um passo adiante em relação a seus opositores.

Alexander e Saviarre

Os antigos monarcas franceses desapareceram sem deixar vestígios. Alexandre e sua consorte reinaram sobre Paris durante séculos, somente para ver sua autoridade ser destruída nas chamas da Revolta Anarquista. Ambos cainitas excepcionalmente poderosos - Alexandre em especial - ainda contam com um séquito de seguidores que, de forma mais ou menos aberta, anseiam pela Restauração Ventrue no coração da Europa. O paradeiro atual de ambos, entretanto, é desconhecido e muitos defendem que deixaram de ser cainitas para se tornarem uma ideia: a de que um dia será possível romper a autoridade dos Toreador e resgatar o papel da França no cenário europeu, perdido após a ascensão da Alemanha e da Inglaterra.
Voltar ao Topo
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum